
Assim como parecia um pesadelo quando meu pai se foi e, depois disso, caí na dura e triste realidade da ausência, hoje parece um sonho quando sinto meu filho se mexendo dentro de mim e que, logo, logo, viverei essa incrível realidade de sua presença em meus braços.
(Primeiro pensamento da madrugada, ao acordar com o Joaquim Neto chutando minha costela...)


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