quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Sem título




Imensidão, azul, calmaria.

Momentos inesquecíveis.

Tranquilidade que irradia o coração. Coração atribulado, confuso...

Perplexo em fantasia.

Alma que entende o plantar e o colher, o erro e a consequência, mas que insiste em alimentar a vaidade.

- "Cuidado!" O Ser avisa.

Mas quem liga para o Ser?

Deveriam ligar.
Deveria me importar...

No fundo, me importo.

No fundo, me comporto.

E em resposta - a solidão; a vontade reprimida -

Vamos vivendo...Afinal,

Quem não vive assim?



(Bethânia Santos - 2007)

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